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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Tutorial: RPGs e seus clichês (Parte 4/5)

 Salve minha gente, hoje venho com a penúltima parte do pseudo tutorial de game design. Na parte anterior falei sobre uso de Recursos Padrões e Personalizados, e sobre world maps transitáveis (não de itens que mostrem o mapa), foi algo mais explicativo, sem criticas ou reclamações, como de meu costume. E hoje falaremos sobre recursos visuais e de um clássico erro estético:

8 - Passagem de Tempo

(Sacred Tears TRUE) O efeito de noite é mais visual do que jogabilidade.
 "E então, a noite cai..."
 E nada acontece feijoada...

 É difícil ver jogos com passagem de tempo, muitos que o tem, ou são sandbox, ou algum MMORPG ou simulador... ambos seguidos de algum evento que varia da hora dentro do jogo.
 Porém alguns jogos só tem passagem de tempo visualmente falando. Não é algo que influencie no desempenho do jogo, ou em algum evento único.

 Jogos como Pokemon Gold/Silver/Crystal usam muito bem este sistema. Há Pokémon e batalhas que só podem acontecer durante a noite. Porém isso não influencia na história em si.
 Estive jogando a um tempo atras o jogo Bluegaia: the Demon and the Spyglass, do RPG Maker 2000. O jogo é uma beta, mas possui vários sistemas interessantes. Um deles é um respawn de inimigos durante a noite. Ao anoitecer, mesmo se você não sair de um mapa, criaturas noturnas vão aparecer. O que da um ar realista e muito profissional ao jogo.
 Mas como todo e qualquer sistema, se não for bem implementado, pode ser só mais uma coisa pra atrapalhar a jogabilidade. Pois imagine que um determinado NPC só aparece 1 vez por ano em X mapa, e você terá de esperar ele aparecer novamente para dar continuidade ao jogo. Seria frustrante... interessante, mas muito frustrante.

9 - A porta é pro Sul!

(Gemesis) Mais um exemplo de cidade com portas pro sul.
 "Bem vindo à cidade de Portas pro Sul"
 Meu deus... o que você aprontou agora?

 Já repararam que quase tudo quanto quer RPG, as construções têm suas portas viradas para o Sul?
 "Ah Chitaum, tu vai se implicar com isso agora?"
 Ta, então quer dizer que existe uma lei no universo, que proíbe a construção de casas que não estejam viradas para o sul!?
 Não que isso seja irritante ou totalmente errado. É difícil criar uma construção numa visão quase que 70% vista de cima e 30% do Sul que tenha entradas e saídas pelas outras extremidades da construção.
 E algumas vezes chega a set difícil identificar portas viradas em direções diferentes.
Mas nada impede que alguém faça um bom mapeamento, onde as ruas e as construções se liguem de maneira funcional. Sim, este é um dos pontos que defendo o Tibia. Nele todas as construções seguem a direção da rua. Se é uma rua que liga Norte com o Sul, as construções sempre terão as portas viradas para leste e oeste. Ta bom que ninguém se preocupa com isso, nem dão atenção. Porém quase tudo é construído favorecendo esse sistema...
[Até a hora que a saída da caverna está ao Norte, e você sai da caverna pelo Sul... lógica pra que!?]

10 - Proximidade dos sons

 "E do nada, o som fica mais alto e próximo"
 Eita! Ta bom... agora a coisa ficou séria. O som que estava baixo e longe, ficou alto e perto... a coisa vai ficar feia...

 E ninguém usa efeito sonoro no jogo, mais?
 "Você está numa sala com um relógio, e ele toca como se tivesse na sua cabeça..."
 Cito de novo o Robertinho e os Guerreiros, o jogo tem esse tipo de cuidado. Ao se aproximar de uma fonte de ruido, ele fica mais alto, e mais baixo caso esteja longe. Mas é uma mecânica que não tem utilidade no jogo. Mas imaginem que, ao som de X badaladas de um relógio muito distante, algo vai acontecer... mas o som fica abafado pelo que está ao seu redor, o que tira toda sua atenção do som do relógio. Te impedindo de chegar a tempo em certo ponto do mapa... Olha a ideia de puzzle que influência na história... quero créditos no final do jogo, agora XD (To falando sério).
(Castlevania SotN) A área das cachoeiras que cito ao lado.

 Cito também outro jogo que faz um excelente uso dos efeitos sonoros, Castlevania: Symphony of the Night. Na área dos relógios da Marble Gallery, e na cachoeira da Underground Caverns, conforme você se aproxima da cachoeira ou do relógio principal, o som vai ficando mais alto. É uma coisa muito rara até mesmo em jogos grandes.


 Hoje falei mais de coisas mais estéticas, mas ainda sim sempre se vê falarem de jogos "olha, tem dia e noite", mas não acontece nada de mais no jogo. Na próxima parte irei concluir esta série, e irei falar de 2 coisas que chegam a ser gritantes de redundantes... Aguardem

~~Chitaum~~

quarta-feira, 27 de abril de 2016

As desventuras de Chitaum #2 - Aquele sobre Odallus

 Salve minha gente, hoje voltamos com As Desventuras de Chitaum. Antes de mais nada devo dizer que apesar do título, não tivemos uma desventura, mas sim uma surpreendente experiencia... Fora os surtos nostálgicos que me bateram.
 Só estou reaproveitando o título de uma série que comecei aqui em 2014, onde contei minha experiencia desastrosa com os jogos "Castlevania Harmony of Despair" e "Sonic the Hedgehog 4: episode 1". Apesar de ter re-jogado eles, e só mudar um pouco minha opinião sobre o Castlevania. Quem quiser conferir o Episódio 1 da série, é só clicar aqui.

 Agora sim, comecemos a falar sobre "O-Da-luz", o homem da luz... Antes de qualquer coisa, vejam o vídeo ao lado:

[recomendo o canal]

 Só pra seguir o roteiro de falar sobre a história do jogo:
 "Ele conta que tem um cara loco que ta matando as pessoas de uma vila. E você controla um cara que vive nessa vila, e que está em busca de resgatar seu filho, que foi levado pelos vagabundos aí."

[escrevi na pressa, e sem pesquisa]

 Não há muito o que dizer sobre o jogo que acrescente ao que muitos falaram. Mas se você quiser algo mais técnico sobre o jogo, e não coisa de gameplay, ou sobre o enredo dele. Recomendo dar uma olhada nos vídeos do 365indies sobre o jogo.

 Agora sim, sobre minha experiencia com o jogo...
 Sabe aquele Castlevania de raiz que a muito vem sendo pedido? Esse jogo é tudo menos um Castlevania.
"Mas Chitaum, olha esses dimonho... olha essa ambientação"

 Não é por nada, mas em nenhum momento eu vi algo que me lembrasse de Castlevania... Tudo bem que o personagem lembra os Belmonts, temos demônios e bichos escrotos... mas de resto, não tem nada de Castlevania (tem também uma ou outra referencia visual).
 O jogo é um Metroid com skin de Castlevania, isso sim. Se duvida, veja isso:

Comparação do Undergrond com Crateria de Super Metroid.
 Fora essa semelhança, existem muitas coisas bem "Metroid" pelo jogo. Tudo bem que o jogo é um Metroidvania, mas geral fala do jogo como se fosse um Castlevania. Existem muitos inimigos que são praticamente chupinhados de Metroid. Também tem alguns inimigos da Dark Forest (Area-2) que são aquelas pragas que ficam no presos no teto pulando de um lado para o outro.

Se preciso dizer mais alguma coisa, só olhem:
Acho que não preciso dizer mais nada.



 Fora isso vi mais 2 inimigos que qualquer um que tenha jogado Mega Man X vai reconhecer... Só que um deles você precisa ter um "olho clínico" pra reconhecer a cara do cretino. Que confesso ter sido um puta mindfuck quando reparei.
Notei uma certa semelhança... Só parece, nada de mais.
 E ainda falando de inimigos...

 Achei esse peixe muito parecido com o do Alex Kidd in Miracle World de Master System.  Isso nos leva ao próximo ponto da gameplay.

 Mas como eu fiquei travado... Não me lembro de ter ficado travado numa parte de algum jogo, desde quando joguei o Super Metroid em 2013. Era coisa de: 1 passo e ficou travado... outro passo, e ficava travado de novo.
 Cada avanço que eu tinha era motivo de festa. Principalmente porque eu estava jogando no teclado, e tenho a mesma coordenação motora que alguém com ataque epilético no meio de um terremoto.
[desculpem o comparativo, foi só para ilustrar]
 Mas tirando a zueira, o jogo me lembrou muito as experiencias que tive jogando Alex Kidd quando criança. [Aproveito para dizer... como eu odeio o cretino que fez o level design da fase da floresta]
 Houve um momento em que eu avancei no jogo, e tive a mesma sensação de quando passei da fase da caverna do Alex Kidd pela primeira vez. (Até morrer na floresta e dar game over...) Isso me lembrou inúmeras coisas da minha infância. Ainda que joguei ele de maneira "inesperada"...
Efeito de TV de tubo, só disponível no modo Fullscreen. Ninguém fala sobre esse detalhe. Uma pena.
[Antes de continuar com o post, gostaria de dizer... Essa é a parte que mais gostei do jogo. Tem algo na coloração dessa área, que me lembrou muito os efeitos de luz das animações dos anos 80. Um aspecto/efeito que me faz muita falta. O jogo já tinha me cativado, mas depois disso... porra, isso foi um puta golpe baixo :v...]

...Na madrugada da sexta pro sábado (09/04/2016) eu ia fazer uma jogatina em grupo de algum jogo aleatório do rpg maker, ia ser algo como "vamos ver quem zera primeiro". Calhou de que o povo que ia jogar num tava completo, acabei escolhendo alguns jogos aleatórios para jogar do Steam, farmar cartas, passar o tempo... em fim. No final das contas, peguei pra jogar o Odallus passei ele varado das 23h até as 5~6h da manhã do sábado. Jogava, morria... apanhava, voltava, apanhava de novo... circulava, morria de besta...

 No domingo seguinte (10/04/2016) fui jogar para dar uma farmada, e pensei de fingir que estava jogando ele como se fosse alugado... "Com o fim do domingo, será que semana que vem eu consigo alugar ele de novo? Ou melhor, quem sabe quando eu volto a jogar ele?"
Fiz quase 100% do jogo até o fim do domingo, faltando 2 coisas para descobrir em 2 fases, 1 em cada... Como decidi jogar ele a moda antiga, não pedi dicas, não pesquisei, nem nada...
E creio que se os caminhos opcionais não estivessem visíveis no mapa, seria um pouco melhor, daria um ar de "opa, cheguei na ultima fase... ué... pq deu um 'tente mais duro de novo'?" (classico Try again, no lugar do encerramento pois lhe faltou fazer algo).

 As partes de exploração do jogo estão muito visíveis, basta um simples pulo que você consegue ver o que há na plataforma mais alta... O jogo é bem fácil nesse ponto... Ainda que depois de pegar alguns upgrades, você acaba com toda a dificuldade do jogo. (Tiveram alguns bosses que eu passei peitando, e ignorando os danos que eu recebia)
 Acho que os únicos contras que o jogo apresenta são:

  • Um bug no cenário caso você de pulo duplo (área onde o vídeo no topo se encerra)
  • O bug de quando você morre e renasce do mesmo jeito (se a tela estava tremendo, ela vai continuar... e se você morreu travado, você vai renascer travado)
  • Fora a avacalhação que é a fase do carrinho de mineração, que é totalmente bugada.

 Agora, uma coisa que eu vou implicar... [Aviso, isso é uma coisa que com certeza só eu implico]
O jogo mesmo que esplêndido, ele cai no mesmo que muitos jogos caem... Não sei explicar ao certo, mas parece que não se fazem mas novos jogos... Sério, toda vez que eu pegava uma expansão nova para a mochila, eu via... olha, um pack a mais de misseis de Metroid. É como se eu estivesse jogando um Super Metroid, com várias modificações.
 Isso não descarta o fato do jogo ser muito bom, mas parece que em questão de jogos num geral, não se apresenta algo novo. No máximo temos gráficos realistas, ou uma pixelart magnífica. O jogo tem muita coisa para apresentar, mas como vários jogos, não sei se é por seguir muito uma formula, ou se é por outro motivo...

 Ressalto, eu não vi nada no jogo que o fizesse ter algum ponto ruim (mesmo com os pontos que levantei, são coisas que não chegam a ser grandes incômodos).
 Tal como minhas reviews dos jogos de RPG Maker, segue a minha nota para cada aspecto do jogo:

NOMEGRÁFICOTRILHA SONORAROTEIROSISTEMASDIVERSÃONOTA
OdallusEXCELENTEEXCELENTEEXCELENTEEXCELENTEEXCELENTE10
(Lembrando que minhas notas variam de -10 até 10, apesar disso não ser necessário neste post)

 Do mais, o jogo está a venda no Steam por R$ 24,99, e vale cada centavo pago. Ele possui, até o momento deste post, 3 DLCs, ambas são só modificações do sprite do Haggis, sem mudança alguma de jogabilidade. Mas cada um tem sua peculiaridade nas animações.

Compre o jogo aqui: http://store.steampowered.com/app/319480/

Do mais, me encerro por aqui, e sigam jogando e fazendo bons jogos como Odallus: the Dark Call.

~~Chitaum~~

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

As Desventuras de Chitaum #1

Iaê minha gente, como disse na semana passada, sim hoje temos um novo post, porem algo diferente.
Estou pensando em fazer um novo projeto que pode ser vinculado ao meu canal no youtube, pq é muito legal rir da desgraça alheia ¬¬.

Ainda não sei se o título do post será "As desventuras de Chitaum", mas vamos a explicação do que vem a ser este projeto.

Como sempre em nossas vidas, propagandas enganosas podem ser motivo de grandes risadas, para as outras pessoas :v.
E hoje venho lhes trazer o que pode servir de piloto para esse futuro quadro, onde contarei as minhas decepções e cagadas cotidianas (quando forem relevantes, já que eu não pretendo fazer um vlog ou vídeos diários que pudessem acabar ficando maçantes no canal, e tirando seu foco, que são os jogos do rpg maker).
Então vamos ao primeiro episódio de As desventuras de Chitaum.

Era uma quente tarde de verão em São Paulo, estado o qual só existem duas estações, verão e outono. (Faz anos que não vejo uma chuva de granizo :v)
Fui acompanhar minha mãe que ia pagar a fatura em um estabelecimento de vendas (não estão me pagando pra fazer propaganda). Eis que eu pergunto pra ela...
 - Ow fia! - Sim, é assim que eu chamo minha mãe em algumas ocasiões. - Compra pra nois isso aqui, assim não peço teu cartão de novo" - eu me referindo a um cartão da PSN de 100 reais.

Após a compra, quando voltei pra casa, fui creditar as 100 pratas na psn, e aproveitei para ver o que tínhamos a comprar.

 - Bom, eu posso comprar DLCs pro DoA 5... mas não, vou esperar pegar o ps4, pra já comprar a versão do jogo com as DLCs tudo por lá.
 - Agora, o que temos de jogo nessa merda de PSN br?

Mal eu sabia que eu ia fazer mais uma de minhas desventuras pelo mundo do consumismo massivo.
 - Não tem um jogo bom aqui... onde está aquele maldito Castlevania que eu tinha visto antes. - me referindo a 1ª desventura do dia.

Capa do jogo / title screen
Castlevania Harmony of Despair, eu baixei a demo dele, e já não gostei do jogo T-T. Poxa, como pode, é um Castlevania, com o gráfico e jogabilidade do SOTN, um jogo que tanto gosto, mas porque esse jogo me causou tanta estranheza?

O jogo é baseado em multiplayer, por isso a alta dificuldade.
Esse Castlevania consiste em:
*Você tem 30 minutos para matar o boss;
*A câmera do jogo começa focada no mapa inteiro, você tem que apertar o (R3) para focar no personagem (demorei um pouco para descobrir isso);
*Não existe um sistema de nível como nos outros Castlevanias (ou vai me dizer que tem e eu não consegui upar?);
*O jogo de certo modo é baseado em multiplayer, o que é muito bom, vendo que a jogabilidade do mesmo permite um excelente coop;

O jogo me causou uma estranheza imensa, apesar de que estou acostumado com um coop em Castlevania Portrait of Ruin do Nintendo DS.
Mas jogar sozinho esta versão parece frustrante. A falta do level up, e alguns equipamentos fixos indicam que esse é mais um jogo "caça-níquel", como aqueles jogos de browser, onde para continuar você deve pagar uma certa quantia para avançar.
O jogo não é ruim (mas não estou falando que é bom :v, geral vai me xingar), mas o Coop dele deve ser excelente, mas ainda preciso testar ele.

Os únicos pontos negativos que vi nesse Castlevania foi a extrema dificuldade, pois em alguns casos você causa cerca de 30 de dano no inimigo e recebe cerca de 120. E o que mais mata, sim, existem fases que só podem ser acessadas comprando elas via DLC (confirmando o que eu disse sobre ser um jogo "caça-níquel").
Aí você fala, "cara, cê ta bravo só por causa disso?...". Espere, ainda não terminei.

Eu comprei o Castlevania, porque, porra é Castlevania, o jogo deve ser bom... O mesmo disse sobre Sonic the Hedgehog 4: episode 1... E depois vem nego reclamar que a Sega faliu ¬¬.

Comprei o Sonic 4 sem nem pensar, mas dei uma pesquisada antes pra ver o porque tinha esse "episode 1".
 - Bom, é Sonic, o jogo deve ser bom.
NUNCA CONFIE EM DICAS OU LISTAS DE INTERNET, NEM ESTE TEXTO :v.

NÃO, desta vez eu não vou passar a mão na cabeça e falar que ta tudo bem.
Bom vamos jogar pra ver como ele é... pera aê (isso em vídeo ficaria legal).


Caraleo, isso é a Green Hill zone com outro nome? ...tá ¬¬
PERA AÊ, isso é o Robotnik do 1º So... o.0... ow shit
Sério, a Sega/Team Sonic deixaram sair um REBOOT (sim isso ta com cara de reboot) do Sonic 1, com nome de Sonic 4?
Mas, co-como, esse jogo tem as mesmas fases dos 2 primeiros Sonics (tudo bem, tem muita diferença, e muita mesmo)...
E espera aí, esse jogo só tem 8 fases? (4 mundos, 2 fases e 1 boss em cada)

Porra, o Mega Drive tinha mais fases, até mesmo o esquecido Master System tinha mais fases que isso.
mas tudo bem, vamos imaginar que tem gente que nunca vai ter contato com as versões antigas do Sonic, então, é, é uma boa chance de conhecer o mascote da falecida Sega.

Agora, falando francamente, os dois jogos são bons, mas como sempre, podiam ser muito melhores. São franquias com um puta nome a zelar, e jogos tão curtos ou "caça-níquel" (Castlevania). Tenho certeza que mais alguém chegou a uma opinião igual a minha sobre esses jogos.

E a lição que tiramos no dia de hoje é, ignore jogos desconhecidos de franquias grandes e de uma chance para um jogo que lhe parece simpático...
Foi assim que conheci o jogo "Legasista".

Após esta desventura, eu tinha voltado na PSN e vi um jogo que nunca ouvi falar "LEGASISTA".
Como não joguei muito ele (não sei dizer se estou no final, mas no mapa me faltam 3 dungeons para abrir), e eu tenho uma puta má vontade pra ler textos, e eu não sou fluente em ingles (mesmo tendo jogado muitos Pokémon e Tíbia :v).
Mas o que eu posso dizer sobre o jogo...

Legasista é baseado em dungeons (dungeon crawler, é assim que se escreve?), você atravessa uma dungeon até o final e algo novo na história acontece.
O jogo é bem simples, apesar que tem um sistema de combate meio complexo. Quando Você toma muito dano o equipamento se quebra, mas é só sair da dungeon que fica tudo bem.
Uma coisa interessante nele é o campo de visão, no qual você só enxerga o que esta nele, e quanto mais longe algo esta de você, o objeto ou inimigo fica desfocado ou nem aparece na tela.

O jogo é bem fácil de jogar e com o tempo você aprende umas táticas de combate melhor (como evitar arqueiros, magias, tankers, e armadilhas)
Ah, armadilhas, elas são uma coisa muito útil no jogo. Existem algumas criaturas que só com as armadilhas você pode derrotar, e é fácil de esquivar delas, é só pular. Apesar de que quando você corre feito um louco, é inevitável acabar pisando em uma delas e levar um dano estrondoso.

E quanto a história? Bom como disse, não prestei muita atenção nela, ja que o jogo me cativou pelas dungeons e que eu acelerava as falas :v.
O jogo conta a história de Alto (isso é um nome que não da muito certo aqui no Brasil), que junto a sua irmã exploravam uma dungeon, (eu esqueci o nome da irmã dele XP) mas ela foi transformada em um cristal. Seu objetivo é tentar trazer ela de volta pra sua forma original. Mas obviamente que existem outros personagens no jogo, cada um com sua história e jogabilidade diferente, exceto os NPCs, esses só tem alguma função :v.

Desculpem se esse post ficou muito grande, (e ta grande pra caraleo) espero que, se eu fizer outros, eles fiquem menores. (ninguém me manda falar muito XD)

~~Chitaum~~